10
Dez 09

 Após entrega de todos os pontos pedidos pelo Professor Pedro em 6 de Novembro do corrente, coloco agora o remancescente: Modelo de análise.


 


 


27
Nov 09

 

Após a proposta da docente Margarida Almeida em 27 de Novembro, na cadeira de Seminário, coloco a entrevista feita ao colega e amigo João Silva

 

Entrevista

De que forma enquadras a tua investigação no actual paradigma da web social?

"A minha investigação está muito ligada ao paradigma web social no sentido de que a aplicação que será desenvolvida e objecto de teste é tentar ligar os utilizadores entre si, embora muitas vezes essa ligação possa ser transparente (selecção de conteúdo feita para um grupo de utilizadores) para os mesmos".

 

De que forma a tua investigação poderá contribuir para alterações de atitudes e comportamentos?

"A aplicação foca-se, além do utilizador, também nas empresas que poderão vir a utilizar como veículo de transporte dos seus anúncios. Neste sentido, a investigação poderá provocar alterações de atitudes e comportamentos nos hábitos de compra dos utilizadores da aplicação".

 

A tua investigação centra-se numa lógica de valorização do indivíduo ou de uma organização?

"A minha investigação tem um foco mais elevado na valorização do indivíduo, no sentido que os conteúdos seleccionados são escolhidos de acordo com o perfil da pessoa. Ainda assim, a organização ocupa um espaço fulcral na aplicação, no sentido em que existe uma valorização por parte dos utilizadores dessas empresas que anunciam na aplicação".

 

A tua investigação explora uma lógica entusiasta ou numa lógica crítica?

"Julgo que será uma lógica mais entusiasta, no sentido em que toda esta aplicação é algo que por si só não é muito utilizado e não é muito comum na actual sociedade. Aplicação vai de encontro às novas tecnologias emergentes procurando inovar dentro do espaço da web-social".

 

De que forma a tua investigação actua na interdependência tecnologia-sociedade?

"A minha investigação procura compreender a ligação que existe entre os potenciais utilizadores da aplicação na sociedade e a forma como interagem utilizando tecnologia. Dentro do paradigma das aplicações sociais baseadas na web e da entrega de conteúdos baseados em contexto, as aplicações existentes do ponto de vista móvel são escassas e a sua interdependência é diminuta. Nesse sentido, a aplicação procurará ajudar à melhoria da comunicação dentro dessas sociedades de utilizadores, mantendo sempre a necessidade de utilizar a tecnologia para criar essa comunicação".

 


06
Nov 09

 .:Apresentação do Projecto:.

Como apenas  iniciei o projecto no dia 16 de Outubro, resolvi criar uma apresentação para quem não conhece o âmbito do mesmo.

 

 

.:Apresentação do Projecto:.

 

 

 

 

 .:Índice provisório:.

 Apresento um índice, tal como indica o nome... é temporário!

 


1.  Introdução

a.  Contexto de investigação

i.    Problema

ii.   Questões a levantar

b. Objectivos

c.   Metodologia: pesquisa teórica, estudo de caso (UA e UFP usando um  protótipo)

d.  Motivações pessoais

e.  Apresentação da estrutura da dissertação

 

2.  Indicadores de gestão IES

a.  Caracterizar os indicadores de gestão

b. Contextualizar os indicadores de gestão no ensino superior português

c.   Relacionar esses indicadores entre si

d.  Definir e avaliar o impacto/utilização desses indicadores na gestão das IES

 

3.  Paradigmas de visualização da informação

a.  Sistema visual humano (reforçar as potencialidades da visão humana para processar e analisar informação)

b. Levantamento de dados: identificar o que existe no mercado

c.   Identificar os paradigmas que terão mais lógica de encaixe

d.  Elencar os paradigmas  que serão possíveis no projecto

i.    Treemap?

ii.   Outros...

 

4.  Métodos e técnicas de análise de informação

a.  Manipular a informação

b. Utilizar uma ferramenta

i.    Por exemplo: Treemap, o que faço com ele no meu projecto?

ii.   Métodos quantitativos

iii.  Métodos qualitativos em contexto de avaliação relativa

c.   Ver schniderman: Desenho de interface: Designing user interface: chapter 15.

 

5.  Estudo empírico

a.  Caracterização da UA e UFP no âmbito da intervenção/estudo a realizar

b. Concepção e desenvolvimento de um protótipo

i.    Premissas de concepção

ii.   Fundamentos

c.   Condicionantes de aplicação do protótipo

 

6.  Avaliação do protótipo

a.  Testes

b. Recolha de dados

c.   Análise de dados

 

7.  Conclusões e reflexão crítica e impacto

a.  Analisar (revisitar) as questões e objectivos de investigação (ver se foram ou não atingidos)

b. Contribuições para a área: gestão de informação para governo das IES

c.   Limitações encontradas

d.  Perspectivas de futuro

e.  Reflexão final (pessoal e sobre aprendizagem)


Mapa Mental


Mapa de Gantt


Calendarização

 


Terceira reunião com o Professor Óscar:

Numa primeira abordagem, enviei por email (na passada segunda-feira) ao meu orientador todos os trabalhos que realizei durante a semana, tais como:

  • Mapa Mental - de modo a poder organizar as ideias/passos a realizar;
  • Calendarização anual do projecto de dissertação;
  • Mapa de Gantt - para poder visualizar cada uma das etapas inerentes;
  • Índice provisório do enquadramento teórico: caracterização;
  • Índice provisório do enquadramento teórico: apresentação (utilizei a ferramenta PREZI, sugerida pelo coordenador de projecto, Prof. Pedro);

Mas, devido ao elevado número de itens a corrigir/analisar, o professor Óscar achou por bem debatermo-nos presencialmente sobre cada um dos documentos.

A reunião serviu para consolidar/corrigir cada um dos documentos pro mim apresentados, assim como combinarmos uma reunião com o co-orientador do projecto, Prof. Luís Borges Gouveia, docente/investigador da Universidade Fernando Pessoa - Porto.


29
Out 09

Avaliação da Qualidade do Ensino Superior: também pode ser consultada em http://www.mctes.pt/archive/doc/lav.pdf

 

O desenvolvimento de uma cultura de prestação de contas e a estruturação de um sistema de garantia da qualidade reconhecido internacionalmente, prevendo a organização deste último objectivo em torno de quatro eixos, quais sejam:

 

(i) o alargamento da avaliação ao desempenho das instituições;

(ii) a objectivação dos critérios da avaliação, a tradução dos resultados em apreciações qualitativas, dimensão a dimensão, comparáveis entre si e a clarificação das consequências da avaliação, quer para o funcionamento dos cursos e dos estabelecimentos de ensino, quer para o seu financiamento;

(iii) a internacionalização do processo de avaliação, designadamente na dimensão de avaliação institucional; e

(iv) a exigência de concretização, por universidades e institutos politécnicos, de sistemas próprios de garantia da qualidade, passíveis de certificação. Segundo esta perspectiva e de acordo com a alínea d) do n.º 1 do artigo 197.º da Constituição, o Governo apresentou à Assembleia da República a seguinte proposta de lei:

 

 

Artigo 4.º 

 

Parâmetros de avaliação da qualidade

 

Indicadores:

1  São, designadamente, parâmetros de avaliação da qualidade relacionados com a actuação dos estabelecimentos de ensino superior:

 

a) O ensino ministrado, designadamente o seu nível científico, as suas metodologias de ensino e aprendizagem e os processos de avaliação dos estudantes; 

b) A qualificação do corpo docente e a sua adequação à missão da instituição;

c) A estratégia adoptada para garantir a qualidade do ensino e a forma como a mesma é concretizada;

d) A actividade científica e tecnológica devidamente avaliada e reconhecida, a um nível adequado à missão da instituição de:

a) A cooperação internacional; 

b) A colaboração interdisciplinar, interdepartamental e interinstitucional; 

c) A eficiência de organização e de gestão; 

d) As instalações e o equipamento pedagógico e científico; 

e) Os mecanismos de acção social.

 

2  São, designadamente, parâmetros de avaliação da qualidade relacionados com os resultados decorrentes da actuação dos estabelecimentos de ensino superior:

a) A adequação do ensino ministrado em cada ciclo de estudos às competências cuja aquisição aqueles devem assegurar;

b) A realização de ciclos de estudos em conjunto com outras instituições, nacionais ou estrangeiras;

c) A procura por parte dos estudantes;

 

d) A abertura a novos públicos e a capacidade de promover a sua integração com sucesso;

  1. O sucesso escolar; 
  2. A inserção dos diplomados no mercado de trabalho;

g) A produção científica e tecnológica a um nível adequado à missão da instituição;

h) O contacto dos estudantes com actividades de investigação desde os primeiros anos;

i) A valorização económica das actividades de investigação e de desenvolvimento tecnológico a um nível adequado à missão da instituição;

j) A integração em projectos e parcerias internacionais;

l) A prestação de serviços à comunidade;

m) O contributo para o desenvolvimento regional e nacional a um nível adequado à missão da instituição;

n) A acção cultural e, designadamente, o contributo para a promoção da cultura científica;

  1. A captação de receitas próprias através da actividade desenvolvida; 
  2. A informação sobre a instituição e sobre o ensino nela ministrado.

 

Finalmente os objectivos da avaliação da qualidade são:

 

a) A melhoria da qualidade das instituições de ensino superior;

b) A informação fundamentada da sociedade sobre o desempenho das instituições de ensino superior;

c) O desenvolvimento de uma cultura institucional interna de garantia de qualidade.

 

Uma síntese desses indicadores é apresentada na Lei n.º 37/2003 de 22 de Agosto (http://www.uma.pt/aauma/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=35&Itemid=91), que estabelece as bases do financiamento do ensino superior, no capítulo II, secção I, artº. 4 e alínea 3, refere que "devem constar os seguintes critérios, valores padrão e indicadores de desempenho:

 

a) A relação padrão pessoal docente/estudante;

b) A relação padrão pessoal docente/pessoal não docente;

c) Incentivos à qualificação do pessoal docente e não docente;

d) Os indicadores de qualidade do pessoal docente de cada instituição;

e) Os indicadores de eficiência pedagógica dos cursos;

f) Os indicadores de eficiência científica dos cursos de mestrado e doutoramento;

g) Os indicadores de eficiência de gestão das instituições;

h) A classificação de mérito resultante da avaliação do curso/instituição;

i) Estrutura orçamental, traduzida na relação entre despesas de pessoal e outras despesas de funcionamento;

j) A classificação de mérito das unidades de investigação.
 

Esta é uma síntese de critérios/indicadores de avaliação das Instituições de Ensino Superior, onde os reitores/gestores/governo dessas universidades e politécnicos estimam custos/lucros e respectivas avaliações de competências, sucesso escolar, etc. 

 


28
Out 09

A reunião iniciou-se pelas 10h00, tal como agendado e eu apresentei-lhe o que realizei até ao momento: resultados das minhas pesquisas, os temas de projecto, indicadores das instituições de ensino superior em Portugal, metodologias a implementar, público-alvo (participantes directos no trabalho de investigação), instrumentos de recolha, assim como as minhas dificuldades até ao momento.


O Professor Óscar avaliou verbalmente o meu percurso e apresentou-me  as linhas mestras de orientação no sentido de calendarizar as minhas tarefas para não haver atrasos, indicação de alguma bibliografia e palavras-chave e correcções a efectuar no meu trabalho.


Foi discutido também o índice a implementar na dissertação e respectivos deadlines a cumprir para cada etapa do projecto/documento. O professor Óscar recomendou visitas semanais ou quinzenais de modo a que fique a par da evolução de cada etapa do projecto. 


Em suma, foi uma reunião onde se debateram imensas questões de desenvolvimento e respectivas respostas/medidas de execução.


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